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25 abril 2011

Peça para dia das mães

MÃE... RESPONSABILIDADE DE TODO FILHO!


Dona Marlene, mãe de Maria Luiza e Emanuel, estava passando por dificuldades financeiras.

O pouco salário que ganhava quase não estava dando pra se manter, quanto mais para fazer os caprichos da filha, que só queria andar na moda.

Como se não bastasse...

PERSONAGENS:

DONA MARLENE: Mãe
MARIA LUÍZA: Filha com 20 anos
EMANUEL: Filho com 10 anos
PASTOR MOISÉS
RUTH: Esposa do Pastor
DR. HENRIQUE: Médico
NARRADOR:

Dona Marlene, mãe de Maria Luiza e Emanuel, estava passando por dificuldades financeiras, o pouco salário que ganhava quase não estava dando pra se manter, quanto mais para fazer os caprichos da filha, que só queria andar na moda. Como se não bastasse Dona Marlene se sentia muito cansada e com dores no peito, foi onde resolveu fazer alguns exames. Na manhã do segundo domingo de maio ela resolveu abrir os exames e ver como estava sua saúde.

A mãe esta preparando a mesa do café, com um envelope ao lado e o som ligado bem baixo, a filha entra e desliga o som

Mãe: Bom dia, Meu amor!
Maria Luiza: oi (com a mão na cabeça e mau humorada)
Mãe: O que houve minha filha, você não está se sentindo muito bem?
Maria Luiza: É só uma dor de cabeça, mas já vai passar, agora que desliguei essa música brega, vai passar
Mãe: Não fale assim filha. Deixa eu fazer um chá pra você que vai melhorar.
Maria Luiza: Mãe! Eu não quero
Mãe: Mas Maria Luí...
Maria Luiza (Grita): Mãe, já disse que vai passar, eu não quero, por favor não insista.
Mãe: Tudo bem filha, então toma seu café, eu fiz aquelas bolachas que você tanto gosta, acordei logo cedo e vim preparar o café. Igual eu fazia quando seu pai era vivo. (olhando para cima, com ar de pensamento) Ele acordava bem cedo, me ajudava a terminar de aprontar as coisas, depois nós conversávamoss um pouco sobre a igreja e só aí ele ia acordar vocês. (limpa as lágrimas)
Maria Luiza: Ei, para com isso, que papo mais triste. Não faz sentido lembrarmos do papai, tudo é tão diferente agora, parece que vivemos em outro universo
Mãe: Seu pai deixou um grande buraco em nossos corações
Maria Luiza: Meu pai sim era um homem de respeito, exemplo pra qualquer pessoa, certo em tudo, dedicado, eu o amava muito, não foi justo o que Deus fez com agente
Mãe: Não fale assim filha
Maria Luiza: E falar de que jeito? Sinceramente eu não entendo que Deus é esse que a senhora serve que tirou o seu grande amor
Mãe: Eu não vou negar que sinto muito a falta de seu pai, mas o que aconteceu com ele foi conseqüência da vida que levava antes de conhecer Jesus. Ele fumou muito. Só podia dar no que deu, câncer nos pulmões
Maria Luiza: Eu não te entendo, essa igreja aí nunca fez nada por você e ainda fica indo lá, Deus se esqueceu de nós. Entendeu, esqueceu!
Mãe: Não fale assim, se não fosse nossas orações e as visitas que os irmão faziam freqüentemente, seu pai não teria se convertido, eu sei que ele morreu, mas também sei que ele foi pra glória, isso é o que me tranqüiliza.
Maria Luiza: Ai, que conversinha mais enjoada é essa? Chega
Mãe: Você acha que está certa levando essa vida né mocinha, foi só seu pai morrer e você sai a hora que quer, chega a hora que quer. As coisas não são bem assim não viu. Nem na Igreja você vai mais
Maria Luiza: Mãe, não enche, qualquer hora eu vou, agora tenho outras coisas mais legais pra fazer
Mãe: Os jovens da igreja virão aqui mais tarde te fazer uma visitinha
Maria Luiza: Pode falar pra não vim porque eles não irão me encontrar, hoje eu não almoço em casa, vou pra casa da Thaís, ela vai fazer um churrasco daqueles, nós combinamos de sair cedo, vamos dar uma volta depois vou passar o dia com ela, não sei que horas eu volto, mas não se preocupe, estarei bem
Mãe: Mas, minha filha, não é só por causa dos jovens, eu também gostaria de falar com você e seu irmão hoje, tenho algo muito importante para falar com vocês
Maria Luiza: Ah não, nem vem, hoje não dá mesmo
Mãe: Minha querida eu preciso muito conversar com você e seu irmão, vá chamá-lo

Uma voz oculta feminina grita: Maria Luiza!!! Maria Luíza vem logo, estamos te esperando. (Som de Buzina)

Maria Luiza: Ai mãe, agora tenho que ir
Mãe: Espere filha não vá, estou te pedindo!
Maria Luiza: Mãe, eu não vou não, eu já fui! Falou... Depois agente se fala
Mãe: Maria Luiza, ai.... (Com dores no peito, ela se senta, pega o telefone e liga pro pastor)
Pastor (ao telefone): Alô
Mãe (chorando): Oi pastor, bom dia é a Marlene
Pastor (ao telefone): Bom dia, irmã, como vai, tudo bem?
Mãe (chorando): Na verdade eu não estou nada bem pastor
Pastor (ao telefone): Mas o que foi? Está com problemas com os filhos?
Mãe: É! A minha filha e eu, são tantas coisas que nem sei por onde começo
Pastor (ao telefone): Calma minha irmã, fique calma, você quer que eu vá aí? acho que será melhor para nós conversarmos
Mãe: Seria muito bom, mas eu não quero incomodar
Pastor: Imagina, eu ia aí mais tarde com os jovens, mas irei agora então
Mãe: Pois é, não vai dar pros jovens vir aqui hoje
Pastor: Por que? A senhora não está muito disposta?
Mãe: Também, mas não é isso, o problema é que minha filha saiu
Pastor: Oh que pena. Olha vamos fazer assim. vou passar na casa da irmã Raquel, pegar minha esposa e já estamos indo pra casa da senhora, certo?
Mãe: Tudo bem, brigada Pastor
Pastor: De nada, Deus a abençoe minha irmã
Mãe: Amém!
Pastor: Tchau
Mãe: Tchau (Desliga o telefone e diz): Ah Senhor muito Obrigada pela vida desse pastor, ele é tão pronto, uma bênção de Deus mesmo!

Emanuel (Entra): Falando sozinha mamãe?
Mãe: Não meu amor (Dá um forte abraço no filho) Só estava pensando alto.
Emanuel: “Feliz dias das Mães” Eu te Amo muito. Você é linda, a melhor pessoa desse mundo (Dá um beijo nela)
Mãe: (Dá um abraço no filho): Eu também te amo muito e quero que Deus te abençoe todos os dias de sua vida. Agora vai comer, se não não cresce
Emanuel (Senta à mesa, come uma bolacha e diz: Uau! Que delícia você fez bolachinha de nata, eu amo esse biscoito!
Mãe: Que bom que você gostou!
Emanuel : Mamãe!
Mãe: Que foi?
Emanuel: Posso ir na casa do Lucas?
Mãe: Depois que você tomar todo o leite, pode
Emanuel (Ele toma tudo de uma só vez e diz): Pronto!
Mãe: Puxa, gostei de ver. Parabéns!
Emanuel: To indo
Mãe: Vem me dar um abraço primeiro rapazinho
(Os dois vão pro centro e se abraçam)
Mãe: Emanoel, promete uma coisa pra mim?
Emanuel: O que foi mamãe?
Mãe: Quando eu for morar com Jesus, promete que vai fazer tudo que a mamãe lhe ensinou?
Emanuel: A senhora quer dizer, quando a senhora morrer, igual o papai?
Mãe: É, quando, for pro céu
Emanuel: A senhora também está com câncer? Vai morrer agora?
Mãe: Não meu filho, é que todos nós vamos morrer um dia e eu quero ter certeza de que você vai fazer tudo certinho
Emanuel: Tudo bem mamãe, eu prometo
Mãe: Olha, nunca se desvie dos caminhos de Deus. Se sua irmã não quiser ir com você a igreja, vá sozinho e ore por ela. Combinado?
Emanuel: Combinado, mas...
Mãe: Nada de mais
Emanuel: Então ta. To indo
Mãe: Pode ir, vai com Deus!

Dona Marlene senta-se à mesa para tomar café, neste momento o Pastor Moisés chega e diz em oculto

Pastor: Irmã Marlene! Irmã Marlene
Enquanto o Pastor chama, ela levanta, mas não consegue andar e cai, derrubando uma cadeira
Ruth (Assustada): Que barulho foi esse, vamos entrar
Pastor: Irmã Marlene!
Ruth: Meu Deus ela caiu, será que está machucada?
Pastor: Vamos ajudá-la, vou ligar pro Dr. Henrique
Ruth, abaixa-se e ajuda D. Marlene, enquanto o Pr. liga para o Dr. Henrique
Ruth: Será que foi um derrame. Jesus tenha misericórdia. Irmã Marlene, Irmã Marlene! Ela não responde Moisés!
Pastor desliga o telefone, e abaixa-se junto à sua esposa
Pastor: O Dr. Henrique já está vindo pra cá, temos que procurar Maria Luíza
Ruth: Vou olhar nos quartos (sai)
Pastor: Irmã Ruth, a senhora pode me ouvir? Ela não se mexe, será que? (Olha o Pulso) Meu Deus, parece que ela...
Ruth: Ela não está em casa, e agora?
Pastor: Pegue meu celular e liga pra ela
Ruth (Ao celular – Dá um tempo como se o celular estivesse tocando): Oi Maria Luiza é a Irmã Ruth, tudo bem? (T) olha, o Pastor e eu estamos aqui na sua casa, será que você pode vir pra cá agora? (T) sei (T) ah que bom, então estamos te esperando (T) mas vem correndo ta (T) Tá! Tchau (Para o Pastor) ela já estava vindo, disse que esqueceu um biquíni e tava vindo buscar está bem perto daqui, ela não deve demorar

Chega o médico

Dr. Henrique (Com muita pressa e coloca sua pasta sobre a mesa em cima do do envelope e diz): Bom dia (Começa a examiná-la) Infelizmente não há mais nada que eu possa fazer. Sinto muito
Ruth: Como assim Dr. Henrique você quer dizer que ela... (chora)
Dr. Henrique: Ela veio a óbito!
Pastor: Como isso pode acontecer, falei com ela ainda à pouco no telefone, ela não me disse que estava passando mal. Ela falou que estava com alguns problemas com a filha, mas...
Dr. Henrique: Tudo indica que foi infarto. Quando vocês chegaram, ela ainda estava viva?
Pastor: Não Dr. Eu olhei o pulso dela e não senti nada, mas pensei que podia estar enganado.
Dr. Henrique: Não, o senhor estava certo, pelo jeito ela deve ter morrido na hora. Vocês sabem se ela tinha algum problema de coração?
Ruth: Acho que não, pelo menos ela nunca nos falou
Dr. Henrique: Não tem ninguém da família aqui?
Pastor: Não, mas a filha dela já deve estar chegando
Dr. Henrique: Vou chamar a ambulância (pega a bolsa da mesa e o envelope cai no chão)
Pastor: O senhor deixou cair alguma coisa
Dr. Henrique: O que é isso (abre o envelope e olha) Não é meu (T) são exames (T) aqui tira as nossas dúvidas, ela tinha um sério problema de coração, eu só acho estranho ela não ter falado nada a vocês, porque os exames foram feitos a mais de oito meses, olha aqui (mostra pro pastor)

Entra Maria Luiza (No desenrolar da conversa o Médico chama a ambulância
Maria Luiza (assustada): Bom dia gente! O que houve com minha mãe? Por que ela está caída no chão?
Ruth: Olha Maria Luiza, sua mãe teve um infarto
Maria Luiza (grita): Não! (corre para a mãe) Não pode ser, eu saí daqui e ela estava viva, isso não é verdade, não posso acreditar que minha mãe esteja morta, não posso! (para Ruth) Diz que não é verdade, por favor, eu não agüento tanto sofrimento (chorando muito)
Ruth: Nós fizemos de tudo Maria Luiza, mas infelizmente não foi possível salvar sua mãe, essa foi a vontade de Deus

Maria Luiza: Oh Deus! Por que você fez isso comigo? Primeiro o Senhor levou meu querido pai, agora a minha mãe, o mesmo sofrimento, por que tudo de novo? (tempo – choro) O que vou fazer da minha vida sem minha mãe, quem vai cuidar do Emanuel? Isso não pode ser verdade! Por que eu, por que?

Coloca a música Esperança – Diante do Trono 7 (Bem baixo e vai aumentando a medida que a fala dela acaba)

Todos parados em volta das duas, enquanto Maria Luiza chora e acaricia o rosto de sua mãe, toca-se a primeira parte da música, depois vai abaixando

Maria Luiza: Ah Deus, se arrependimento matasse, eu também estaria morta agora. Sou uma tola mesmo, como pude ignorar as palavras de minha mãe, como pude não dar ouvidos a ela, eu sei que ela só queria o meu bem, mas agora é tarde de mais, ela está morta, meu Deus morta. Se eu ao menos tivesse dado a ela o prazer de ir na igreja com ela pelo menos uma vez, ela teria morrido mais feliz, como pude estar tão cega assim? Tratei minha mãe tão mal, não dei a ela se quer um motivo de alegria e como pude esquecer que hoje é o dia das mães. Me perdoe Senhor, me perdoe, eu não queria fazer isso, tenha misericórdia de mim, como pude fazer isso com ela, só dei desgosto. Senhor e me perdoe, eu estou arrependida.
Ruth (Abaixa-se, olha para Maria Luiza e diz): Com certeza sua oração tem se achegado a Deus, minha querida, Ele já te perdoou
Maria Luiza: Obrigada irmã Ruth
Ruth: Com certeza Deus está muito feliz com você, sabe por que? Você se arrependeu de tudo o que você fez
Maria Luíza: Mas eu perdi minha mãezinha e eu nunca falei pra ela que a amava. Hoje de manhã ela disse que queria falar comigo, mas eu não dei ouvidos. Seria a nossa ultima conversa. Ela deve ter morrido muito triste comigo
Ruth: Olha, eu sei que é difícil e sua mãe fará muita falta a todos nós, mas podemos nos alegrarmos por sabermos que Deus se lembrará dela e Ele já se alegrou pela sua oração
Maria Luiza: Eu nunca busquei a Deus tão verdadeiramente, como hoje! No dia da morte da minha mãe (chora)
Ruth: Então, Ele sabe disso, Ele sabe que hoje é um dia muito triste e sua oração foi sincera
Maria Luiza: É mas e os meus pecados? Se você soubesse o quanto eu fiz minha mãe sofrer!
Ruth: Esqueça isso, pois quando Deus nos perdoa Ele não se lembra mais do nosso passado, Ele o apaga, Ele nos faz uma nova criatura, nos chama pelo nome. Você é amada dEle
Maria Luiza: Obrigada Irmã Ruth, a senhora é uma bênção (para cima) Obrigada Senhor, Obrigada, não sei nem o que dizer, eu te amo tanto
Pastor: Vem aqui Maria Luiza (Da um abraço nela) onde está o Emanuel?
Maria Luiza: Deve estar brincando com os filhos do vizinho
Pastor: Então vai com a Ruth chamar seu irmão e vão pra minha casa, será melhor pra vocês, daqui a pouco chega a ambulância que o Dr. Henrique chamou e será pior, não fale nada pra ele agora depois eu falo, vou ficar aqui um pouco para ajudar no que for preciso, depois o Dr. Henrique me deixa em casa
Maria Luiza: Tudo bem, muito obrigada Pastor
Ruth: Vamos Maria Luíza, vamos procurar seu irmão

As duas saem abraçadas fecham as cortinas e cantam a música Deus fará um caminho

Narrador: Depois da morte de sua mãe, Maria Luiza teve seu primeiro encontro com Jesus, onde se arrependeu e passou a crer em Deus, hoje ela serve a Deus com tudo o que pode, inclusive com seu testemunho.
Maria Luiza se casou com um pastor, teve um filho que se chama Mateus e aprendeu o quanto é importante valorizar a mãe que se tem, o quanto é importante dizer tudo o que se sente enquanto a mãe está viva.
Seu irmão Emanuel hoje é pastor, e prega em todos os lugares, fazendo assim tudo o que sua mãe lhe ensinou: (Abre as cortinas. Manuel agora com 25 anos parado, como se estivesse pregando a palavra de Deus.)

Emanuel: Como diz a palavra de Deus: Ensina o menino no caminho em que deve andar e jamais se desviará dele. Isso foi o que minha mãe me ensinou antes de ir pra glória, e jamais esquecerei, por tanto não deixe para dizer mais tarde o que deve ser dito agora. Se você estiver com sua mãe ao lado diga-a o quanto ela é importante para você e o quanto a ama. Mas se não estiver com sua mãe aqui, não perca a primeira oportunidade que tiver de dizê-la: Mamãe eu te amo!

Peça para dia das mães

PRESENTE POR TODA A VIDA


Esquete de dia das mães.
Pra ser montada com as crianças, e homenagear as mamães.

SOL
NARRADOR: Mamãe, sua luz nos irradia a cada dia. Você brilha como o Sol que ilumina todos nós. ( Entra o Sol) Precisamos de sua luz para viver!
 
FLORES (Quantidade ilimitada)
NARRADOR: Mamãe, você é a flor principal de nossa vida.(Entram as flores) Seu perfume traz o aroma de amor e torna nossas vidas mais bonitas e floridas como um lindo jardim.
SOLDADINHOS (Quantidade ilimitada)
NARRADOR: Melhor que mil soldados é a sua proteção.( Entram os soldadinhos) Com dedicação sempre cuida de nós. Crescemos felizes, pois nos sentimos seguros com você sempre perto nos ajudando.
ESTRELINHAS: (Quantidade ilimitada)
NARRADOR: Sua beleza é como as estrelas no céu.( Entram as estrelinhas) A noite se torna muito mais linda. Com seu sorriso contagiante e seu olhar de anjo, nos enche de ternura. Você é a minha Miss Universo!!!
ARVORES (Quantidade ilimitada)
NARRADOR: Sem as árvores não haveria vida na terra. (Entram as árvores) O que seria de mim sem você? Deus te usou para me dar vida. Nove meses até o meu nascimento e uma vida em desenvolvimento.
MARIA
NARRADOR: Maria foi a mamãe de Jesus. Um exemplo de mãe, cheia de amor. Da qual nasceu nosso Salvador. Ela teve um papel importante e uma grande exemplo deixou.
PRESENTE (Criança com presente)
NARRADOR: Ganhei um lindo presente. Um presente muito valioso. Que cuidarei por toda a minha vida. Terei sempre comigo e o amarei por toda a vida.(Abre o presente e tira um coração escrito: MAMÃE .

Peça para dia das mães

TEATRO MÃE FLOR

MAMÃE Atarefada (Criança 12 - entra com Bíblia, avental, bolsa, bebê e procura seu filho (Criança 13), quando encontro diz que o ama e beija-o na testa.) → MAMÃE flor... é aquela que mesmo muito atarefada com o trabalho, com minha irmãzinha, com as atividades de casa e da Igreja, não esquece que eu sou prioridade e sempre diz que me ama e tem tempo para me dar atenção.
Autor desconhecido
Esquete para o homenagear as mães 



Mamãe flor... é aquela que mesmo muito atarefada com o trabalho, com minha irmãzinha, com as atividades de casa e da Igreja, não esquece que eu sou prioridade e sempre diz que me ama e tem tempo para me dar atenção.

 
MAMÃE CARINHOSA (Criança 1 - usando roupa comum entra com uma boneca no colo representando sua filha, faz carinho no rosto, dá bastante beijinhos e abraça bem forte ) → Mamãe flor... é aquela que revestida de carinho me enche de beijinhos e me aperta, me aperta tanto, que parece querer me guardar dentro do seu peito.
MAMÃE DO LAR (Criança 2 - usando avental cheio de pregadores e com vassoura na mão entra varrendo o chão passa pelo seu filho (Criança 3), lhe faz um carinho e diz que quando terminar de arrumar a casa vai brincar com ele) → Mamãe flor... é aquela que, mesmo em meio a tantas tarefas do dia-a-dia, sempre está pronta a me dar toda a atenção.
MAMÃE que Trabalha Fora (Criança 4 - usando uma bolsa no ombro entra chamando seu filho (Criança 5) e quando encontra lhe pede um abraço) → MAMÃE flor... é aquela que mesmo trabalhando fora, ficando ausente aos meus olhos na maior parte do dia, ela chega em casa sempre ansiosa por um abraço meu.
MAMÃE Com Dois Filhos (Criança 6 - usando roupa comum entra segurando um bebê (boneca) no colo e procura sua filha (Criança 7) que está brincando de bonecas, quando a encontra senta-se e brincam juntas → MAMÃE flor... é aquela que mesmo precisando dar um pouco mais de atenção ao meu irmãozinho (ou irmãzinha) ela sempre encontra paciência em algum lugar que só ela e Jesus sabe e vem brincar comigo.
MAMÃE Grávida e Com Outro Filho (Criança 8 - entra usando uma barriga de pano e faz com que seu filho (Criança 9) faça carinho e dê um beijinho na barriga dela) → MAMÃE flor... é aquela que apesar de estar vivendo todas as expectativas de esperar mais um bebe, ela não esquece das minhas necessidades e carências e já me ensina a amar meu irmãozinho.... ou irmãzinha.
MAMÃE Prudente (Criança 10 -  entra segurando a mão do seu filho (Criança 11) e uma bíblia, senta-se com ele e faz gestos como se estivesse ensinando a Bíblia) → MAMÃE flor... é aquela que revestida de sabedoria, desde cedo me ensina as escrituras sagradas, obedecendo ao que diz a mesma: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e quando crescer, não se desviará dele”.
Fonte: Luciana Alencar

Peça para dia das mães

TIPOS DE MÃE


Um desfile de vários tipos de mães, em cenas curtas, que, com as suas filhas, demonstram suas personalidades.

NARRADOR: As mães, em geral, recebem no seu dia, muitas homenagens, presentes e beijos dos filhos. Isso é bom e justo, mas não é tudo. Hoje, em nossa apresentação, queremos dar-lhes a oportunidade de meditar na grande responsabilidade que Deus colocou em seus ombros, de formar personalidades.
Assim, pois, Mãezinhas, façam uma honesta autocrítica, à medida que tentarão descobrir se pertencem a alguns dos tipos de mãe que serão apresentadas numa pequena representação.
Vamos conhecer, primeiramente, a “mãe possessiva”.
MÃE POSSESSIVA: (entra pisando forte, um tanto arrogante) Me chamam de mãe possessiva porque não dou muita liberdade aos meus filhos para escolherem as coisas. Eles são MEUS filhos, e só EU sei o que é melhor para eles.
KÁTIA: Mãe eu já vou para o aniversário da Aninha, ta bom? A senhora vai me dar dinheiro para comprar o presente dela,?
MÃE: (olha para sua filha da cabeça aos pés) Ah, Kátia! Com esse vestido, não! Vai vestir o azul e calce as sandálias brancas. EU sei muito bem o que você deve vestir. E quanto ao presente, EU vou à loja comprá-lo.
KÁTIA: Eu queria levar um perfume, mãe.
MÃE: Que perfume que nada! Você vai levar uma caneta. EU sei o que é melhor para a Aninha.
(Kátia sai decepcionada)
MÃE: EU não vou deixar MINHA filha fazer o que quer. EU sei o que é melhor para ela.
(Sai a mãe possessiva)
NARRADOR:Saibam vocês, mãezinhas, que estão nos ouvindo agora, que, passado alguns anos, Kátia, a filhinha da “mãe possessiva”, ficou uma jovem frustrada, insegura na vida, incapaz de tomar qualquer decisão ou iniciativa. Kátia gostou de um rapaz e casou. Depois de algum tempo começo a desarmonia no lar, pois o marido não suportou ter uma esposa que não sabia tomar decisões, não tinha fibra nem maturidade para dirigir o lar e educar os filhos, e terminou abandonando-a.
Aí vem a “mãe displicente”. O que nos dirá ela sobre a educação que dá aos seus filhos?
MÃE DISPLICENTE:(entra com ar indiferente e arrastando os pés) Dizem que sou a mãe displicente porque não ando atrás dos meus filhos reparando com quem brincam ou as roupas que usam, nem se vão à Igreja ou ficam na rua brincando. A Igreja tem o Pastor Josinei e as tias Luciana e Silvânia para ensiná-los.
CAROL:(entra com uma mochila de escola) Mãe, me ajude fazer o trabalho da escola. Preciso de cartolina, canetinha, régua, cola, tesoura...
MÃE: Fazer um cartaz, Carol? Eu nunca fiz um cartaz em minha vida! Pede uma colega ou sua professora te ajudar!
CAROL:Mãezinha, me ajude então a procurar os versículos da lição da Escola Dominical?
MÃE: (impaciente, levando as mãos à cabeça, interrompendo sua filha) Ih!... Carol! Isto é com tias Luciana e Silvânia, eu não tenho tempo pra isso!
(Carol sai choramingando)
MÃE: É isso mesmo! Podem me chamar de displicente que eu não ligo! (sacode os ombros) Eu não posso fazer tudo o que eles querem, mas garanto que amo muito os meus filhos!
(Sai a mãe displicente)
NARRADOR:Sabem, Mãezinhas, o que aconteceu com Carol, a linda filhinha da “mãe displicente”? Sentindo falta do companheirismo de sua mãe, que não conversava com ela, não se interessava pelos seus problemas de escola, nem com sua vidinha espiritual, Carol procurou lá fora amigos para lhe fazerem companhia. Essas amizades nem sempre foram edificantes e, um dia, encontrou um grupo de “hippies”! A “mãe displicente” está sofrendo porque perdeu a filha, e Carol está arriscando a perder a alma, ingressando numa vida de vícios.
O que nos contará agora a mãe serviçal?
MÃE SERVIÇAL: (entra usando um avental, onde enxuga suas mãos; fala lentamente e com a voz cansada) Me chamam de mãe serviçal, porque vivo pra servir meus filhos. Não quero que meus bichinhos façam nada em casa! Eles já estudam tanto, pobrezinhos!
LENINHA: (entra arrogante e gritando) Ei, mãe, a senhora não passou a minha blusa vermelha! Eu não disse que queria ela pra hoje?
MÃE: Desculpe, Leninha! Hoje eu estava tão cansada que...
LENINHA: (interrompe rapidamente) Ah, mãe! Isso não é desculpa! A senhora teve tempo para fazer as unhas...
(Leninha sai batendo os pés toda nervosa)
MÃE: Desculpe minha filha, vou passar agora! Ah, eu não tenho tempo para vaidades... tenho que cuidar dos meus filhos!
(Sai a mãe serviçal limpando as mãos no avental)
NARRADOR:E Leninha, a filha da “mãe serviçal”? O que aconteceu com ela? Querem saber, Mãezinhas? Ela ficou cada vez mais autoritária e mandona, exigindo tudo de sua mãe. Leninha não lhe tinha qualquer consideração, antes a tratava como uma simples empregada. Mais tarde, casou e, agora, quer dominar o marido e submetê-lo aos seus caprichos. Ele nãos e sujeita e, por isso, vivem brigando diante dos filhos. O lar deles está em crise, em vias de desmanchar-se.
Está chegando a “mãe complacente”. Vamos ouvi-la.
MÃE COMPLACENTE: (entra sem pressa, sorridente, com ar de que acha tudo bom) Me chamam de mãe complacente porque sempre perdoo as falhas dos meus filhos. Não os castigo, nunca os repreendo e jamais digo “não”. As vezes as tias Luciana e Silvânia dizem que meus filhos são cheios de vontade e que nunca obedecem. Ah, elas não entendem a educação que dou para meus filhos.
FLAVINHA: Mãe, eu joguei a dentadura da empregada no lixo e ela ficou furiosa!
MÃE: (dá uma risadinha) Não tem nada, não, Flavinha. Eu dou outra pra ela!
FLAVINHA: Eu também desmanchei seu relógio. Queria saber como era lá dentro.
MÃE: Tá bom, Flavinha. Não se preocupe, o papai compra outro!
(Flavinha sai pulando de alegria)
MÃE: Que gracinha! Como ela é inteligente!
(Sai a mãe complacente)
NARRADOR:Que coisas tão tristes aconteceram com Flavinha! A menina que a “mãe complacente” nunca repreendeu, nem encaminhou nos caminhos do Senhor, tornou-se uma jovem indisciplinada, anarquista, que não respeita o direito dos outros, nem sabe o que é lei e ordem. Impulsiva, ela faz o que bem quer, sem pesar consequências. Por causa dos seus atos desordeiros, já andou até envolvida com a polícia. Flavinha é grande amargura para o coração de sua mãe.
Escutem, agora, Mãezinhas, o que vai dizer a “mãe sensata”. Ela está chegando.
MÃE SENSATA: (entra com ar tranquilo e feliz) Me chamam de mãe sensata porque procuro educar meus filhos segundo os ensinamentos da Bíblia. Lemos a Bíblia, oramos e vamos a Igreja sempre juntos. Também exijo que façam as algumas tarefas em casa. Repreendo quando estão errados e os ajudo a fazer boas escolhas.
LUANA: Mãezinha, já fiz a lição de casa, posso brincar?
MÃE: Pode sim, filha!
(Luana dá um abraço e um beijo na mãe e as duas saem abraçadas)
NARRADOR:“A mulher que teme ao Senhor essa será louvada”.
“Levantam-se os seus filhos e a chamam bem-aventurada”.
Fonte: Adaptado do Livro A Igreja em festa – redatora Jur

Peça para dia das mães

MOLDANDO NOSSOS FILHOS

Três mulheres moldando seus filhos de formas diferentes desde o batismo, passando pela infância, adolescência, juventude e idade adulta, mostrando o “resultado” da educação dada a cada uma deles.

A polêmica: Numa "cultura" de deixar os filhos decidirem tudo, os pais são reféns das vontades dos filhos... Esta peça fala de uma responsabilidade de ensinar o caminho que o filho deve andar.

Personagens: Narrador, 3 mulheres.

Tempo aproximado: 30 a 40 minutos
Tema: Moldados por Deus – educando dos filhos

 
 Três mulheres posicionadas, de costas. Cada uma com um tijolo de barro para moldar.
 
NARRADOR: MOTIVO é aquilo que faz mover; é o motor que faz algo funcionar; aquilo que causa ou determina alguma coisa. Então o motivo para fazermos algo é o que nos empurra para a ação. Então podemos dizer que temos uma MOTIVAÇÃO, ou seja, um motivo porque fazer determinada coisa.
O cristão conta com os argumentos da Palavra de Cristo e a ação do Espírito Santo como agente de motivação para a prática da fé e o entusiasmo de viver.
Falamos em MOTIVAR, e como será que motivamos nossos filhos? Qual o motivo que passamos para eles e que os move nesta vida aqui?
A primeira atitude que temos após o nascimento dos filhos, é batizá-lo. Mas qual será o motivo pelo qual as pessoas batizam seus filhos?
 
MÃE 1: vai até a pia batismal, onde está o pastor para fazer o batizado da criança. Enquanto vai falando.
 
MÃE 1: Para batizar meu filho, tive que perder uma hora ontem e fazer o curso de batizado. Mas, (levanta o filho ) ele está lindo, né. Olha só como chupa o bico. E eu ( começa a ajeitar a roupa), será que estou bem?
 
Chegando a pia batismal, começa a sorrir e alguém tira fotos. A mãe somente faz poses com seu filho. Até o pastor pedir:
Pastor –
Então a mãe meio de sobressalto.
MÃE 1: Ah. Sim. Sim.
Então volta para sua posição, e fica virada para o público, com o bebê no colo.
A MÃE 2: aproxima-se da pia batismal.
 
MÃE 2: Este é um momento muito especial em minha vida e de meu filho. Pois hoje estou levando ele para nascer novamente. Irá nascer para DEUS, como filho de DEUS.
Posiciona-se frente a pia. Vivendo todas as palavras do Pastor.
 
Pastor –
MÃE 2: Sim. Com o auxílio de DEUS.
 Volta e posiciona-se, conforme MÃE 1: .
 
MÃE 3:vi até a pia.
 
MÃE 3: Momento maravilhoso este. Meu filho será batizado. Estou até emocionada e nervosa. O pastor, no curso batismal falou algumas coisas pesadas, que devemos fazer, mas ele tem que ver o tempo que se tem pra tudo isto.
 
Posiciona-se frente a pia. Olha para o Pastor, olha para o lado (meio termo, entre MÃE ! e MÃE 3).
Pastor –
MÃE 3:Sim.
Volta e posiciona-se, conforme MÃE 1: e MÃE 2:
 
NARRADOR: Quando motivamos, mostramos o motivo porque algo deve ser feito, estramos moldando um ser, ou alguma coisa. Portanto, agora vamos começar a moldar nossos pequenos vasos. Começaram a s dúvidas. Olho para um lado, olho para o outro lado. Busco aconselhamento em livros, jornais, pessoas que estudam o ser humano. Vejo que tenho de moldar este pequeno ser à minha frente. Então começo. Como serão as formas de moldar praticadas?
 
(MÃE 1: vira-se para o público, com as mãos sujas pelo barro que está moldando, e, ainda com um pedaço de barro na mão, continua a moldar uma parte enquanto fala. Assim também as demais. Quando terminadas as falas, viram-se de costas, e continuam moldando seus filhos)
 
MÃE 1: Este período é maravilhoso. Apesar de trabalhar muito, consigo um tempinho para meu filho. Então saímos. Levo-o para brincar. Com 3 anos já o matriculei no colégio, então ele tem companhia para brincar, desenvolvem várias atividades. Nas datas especiais, apresentam algo para nós. Também leio para ele. Histórias tradicionais infantis. Agora com 4 para cinco anos, vejo o quanto a leitura o incentiva e desenvolve.
 
MÃE 2: Agradeço à DEUS o filho que me deu. Quando vejo esta pequena criatura à minha frente, sinto a responsabilidade pois DEUS confiou este pequeno ser à mim, pobre pecadora, e sei que um dia me pedirá contas, de como o moldei. Hoje, fizemos muitas coisas juntos, oramos, lemos histórias diversas, principalmente histórias que falam de quanto DEUS o ama. O que ele mais espera são os momentos de culto, por causa da Escola Bíblica Infantil. Aos 4 anos já começou a frequentar o coralzinho. Junto com isto tudo também começou a ir no colégio.
 
MÃE 3: Nesta etapa nosso tempo fica reduzido a nada. É trabalho, e devemos tirar um tempo para nossos filhos. Isto é difícil, porém possível. Levo-o ao colégio, e quando dá, aos sábados vamos lá na Igreja, no coralzinho. Nos cultos, quando não estamos muito cansados, vamos também, então ele vai à Escola Bíblica Infantil. Ele gosta muito, porém todos fins de semana não é possível ir aos cultos, somente por quê ele quer ir na Escola Bíblica Infantil. Acredito que um pouco de cada coisa está bom para ele.
 
NARRADOR: E eles crescem. Então chega-se a idade dos 5 aos 10 anos. Aumentam as atividades dos mesmos. Como administrar este período? O que fazer? E então continuamos a moldá-los.
 
MÃE 3: Neste período aumenta nosso corre-corre. As atividades na escola aumentam, pois junto já são oferecidas outras atividades ( música, dança, línguas, e outras ). Como também começam atividades fora do colégio, como participações em grupos culturais (CTG, escoteiros mirins, e outros), além das atividades que são oferecidas na Igreja. É demais, estes pobres coitados não aguentam Então procedi da seguinte forma. Colégio, não tem como tirarmos, pois senão irão virar uns burros. As atividades no colégio também não dá para proibir, pois senão se sentirão excluídos. Atividades externas, mandei escolher entre as atividades na Igreja e outras por fora, pois as duas não eram possível, pois também precisa de tempo para brincar, para ser criança. Então ele optou por atividades fora da Igreja. E quando vamos ao culto ele participa da Escola Bíblica Infantil.
 
MÃE 1: Acho fantástica esta etapa. Escola, dança, música. É tão lindo ver eles na época do carnaval irem fantasiados para a aula, e então ainda tem o carnaval infantil. Procuro sempre levar meu filho em todas atividades, e estar com ele lá, pois acho isto muito importante. E então vem o halloween, e eles vestidos de bruxinhos, e no curso de inglês que ele vai, eles saem de casa em casa pedindo: “ um doce, ou uma travessura”. Que idade maravilhosa, com tantas coisas a fazer e aproveitar.
 
MÃE 2: As crianças crescem, e minhas responsabilidades, problemas e também alegrias crescem juntos. Vejo o mundo oferecer muitas coisas ao meu filho, tentando mostrar à ele como elas são importantes, mais importantes que as coisas de DEUS. Porém, mesmo diante disto, continuo sempre a juntar minhas mãos com meu filho, e orar, para que DEUS sempre nos torne fortes, para ficarmos juntinhos dEle. E falo sempre para meu filho de como é importante estarmos na companhia de Jesus. Diante de qualquer atividade que eu ou ele tenha, procuro sempre mostrar, e viver, que o mais importante é procuramos atividades que nos aproximem de DEUS, e onde as encontramos é na Igreja, e este é o ambiente que quero ver meu filho crescer, pois como diz em provérbios: “ Ensina a criança no caminho em que deve andar e ainda quando velho, não se desviará dele”.
 
NARRADOR: Passamos pela infância. Chegamos a adolescência. E agora???? Como vamos proceder???? Como será que está nosso molde para enfrentar esta fase de sua vida??
Como vamos moldá-lo na sua adolescência?
 
MÃE 2: A idade da divisão. A idade em que eles são o maior alvo do mundo. A idade em que o mundo quer tomar o papel que a nós foi confiado por DEUS. Mas, com muito amor, pois vejo, que agora meu amor tem que ser dobrado, e, ás vezes, triplicado, bem como minhas orações pelo meu filho, ainda continuo a falar-lhe as mesmas palavras que falei até aqui. E não só falar, mas mostrar ao meu filho que o único caminho da verdadeira felicidade é DEUS. Passamos por muitas rusgas, normais nesta fase, porém sempre firme, volta a falar-lhe de DEUS, do amor de DEUS por ele. Também estão na fase do “cansados’, para tudo, principalmente para ir aos cultos, então, novamente, é dedicado um tempo à uma longa conversa com meu filho, geralmente são quatro conversas por mês, onde procuro fazê-lo ver tudo que DEUS lhe dá, a certeza da salvação, sua saúde, inteligência, (sua família, que além de incomodá-lo, o ama demais), e também os bens matérias, a casa que o abriga, a comida, as roupas; que tudo isto são bênçãos derramadas por DEUS. Vejo que nem tudo ele consegue aceitar, mas lá vamos nós ao culto, e quando ele retorna, vê que não foi tão ruim assim.
Até hoje tenho que insistir, ou até obrigar, para ele ter uma organização pessoal, então, porquê não insistir, ou até obrigar para ele ir aos cultos??? Pois o caminho que ele irá seguir hoje, provavelmente é o que ele seguirá amanhã, pois este é a caminho conhecido por ele, onde ele estará seguro.
 
MÃE 1: Idade em que já estão querendo adquirir um pouco de sua liberdade. Os estudos os massacram, pois devem estar preparadas para um futuro bem próximo, para serem bons profissionais, e assim, terem um bom trabalho. Porém também tem o direito de se divertirem. Lá pelos 14 anos, já estão querendo experimentar as noites, matar suas curiosidades. Eu o deixo ir, não sem limites. Dou um horário, 1 ou 2 da manhã, para retornar. Todos vão, não sou eu que vou deixá-lo fora de uma diversão. Não tem nada de mal nisto, ele é um adolescente e deve viver como tal, como todos adolescentes fazem por aí. Olha a festa do ridículo. Muito legal. Meu filho naquela roupa, foi um sarro. Ele se divertiu muito, depois, foi dormir na casa de um amigo. Eles precisam disso.
 
MÃE 3:Idade difícil. Os estudos exigem demais de meu filho. Se envolveu com um pessoal na juventude da Igreja, e entrou no conjunto musical dos jovens. Além disto, tem seus envolvimentos fora disto. Isto tudo o está sobrecarregando. Suas notas começaram a baixar, e feio. Então tive que pedir para abandonar o grupo da Igreja, pois ele precisa estudar mais, e é muita atividade. Depois quando melhorar ele retorna. Tem tempo para tudo, e agora neste momento ele tem que pensar em seus estudos, pois é muito dinheiro investido em estudos para deixar passar assim.
 
NARRADOR: Diante de tudo isto colocado. Como será que estão nossos moldes de filhos ???
Então chegamos à fase jovem, classificada mais o menos entre os 17 e 21 anos. Será que moldamos nosso filhos de tal forma que estarão preparados para mais esta fase decisiva de suas vidas ?
 
MÃE 1: Não sei o que está acontecendo, meu filho anda com umas companhias meio esquisitas. Vestem-se e agem de uma forma estranha. Meu filho também já está assim. Não consigo conversar com ele. Parece que para ele não existo. Quando tentamos conversar, geralmente termina em briga, e briga feia. Vejo esta idade ser muito importante para ele, pois deve buscar uma faculdade. Claro, deve continuar se divertindo, mas como fazia antes, porém precisa olhar para a frente.
 
MÃE 2: Existem muitas coisas importantes acontecendo na vida de meu filho nesta idade. É o trabalho, são os estudos, e até o namoro. Porém, ainda continuo a dizer as mesmas palavras que há 18, 19 ou 20 anos atrás lhe dizia. Que tudo que fizermos em nossa vida deve ser abençoado por DEUS, pois então será verdadeiro e terá êxito, e que em toda vida, ele, meu filho, sempre deve ter DEUS consigo, e isto somente é possível através do alimento espiritual, ou seja: a leitura Bíblica, frequentar e ´participar dos cultos, bem como sempre colocarmos tudo em oração, então estará preparado para bons e maus momentos em sua vida. Ainda hoje, muitas vezes, me vejo alertando-o sobre a oração, as leituras bíblicas, e ainda, umas duas vezes por mês, temos que ter aquela conversa antes dos cultos. Porém, sei jamais, independente da idade de meu filho, deixarei de ser mãe, portanto jamais terminará minha a responsabilidade que DEUS atribuiu a mim, de devolver, um dia meu filho em suas mãos.
 
MÃE 3:Como sofrem nossos filhos nesta idade. É trabalho, colégio. Não tem mais um fim de semana livre. Os trabalhos da faculdade utilizam quase todo seu espaço vago aos fins de semana, porém precisa aproveitar agora, este momento. A semana passada consegui uma a brechinha para se divertir um pouco. Domingo de manhã, hora do culto, quando vou, tenho pena de acordá-lo. Ele está tão cansado. Coitado, faz uns dois meses que não consegue ir à um culto. É mas, é somente uns cinco anos, depois que terminar a faculdade, vai ter mais tempo, e então poderá ir mais à Igreja. Acho que cada coisa a seu tempo.
 
NARRADOR: Passadas estas fases. A infância, adolescência e juventude, acreditamos ter formado nossos filhos para enfrentaremos sozinhos sua vida. Vamos ver o molde de filhos que colocamos no mundo.
 
(MÃE 2: Vira-se e mostra seu molde. ( ver a forma que se “filho” terá))
 
NARRADOR: Lindo molde. Um filho motivado para o trabalho. Será um bom profissional, irá longe. Não sabemos que tipo de atitudes terá opara chegar ao topo, onde quer. Em sua cabeça o que importa, não é ser e sim poder. Creio que temos um molde egoísta e ganancioso.
A motivação repassada durante toda sua vida foi somente material.
 
 
(MÃE 1: Vira-se e mostra seu molde. ( ver a forma que se “filho” terá))
 
NARRADOR: Bah. Mas o que aconteceu com este? Que tipo de motivação recebeu? Este está pronto para juntar-se ao mundo consumista de drogas, fumo e bebidas. E depois???? Só DEUS sabe.
 
(MÃE 3: Vira-se e mostra seu molde. ( ver a forma que se “filho” terá))
 
MÃE 3: Este é um filho motivado no amor de DEUS. Portanto vemos um molde feito nos mínimos detalhes, não deixando nem um detalhe de lado. Este terá em sua vida:
- mais segurança;
- mais senso de justiça;
- maior auto estima;
- terá valores com base muito firme;
- será mais solidário e flexível;
- suportará melhor os sofrimentos da vida;
- será pacifista em casos de atritos;
- terá respeito e bondade;
- como também estará motivado ao trabalho de DEUS.
 
Que tipo de filho você moldou ou está moldando? A o que você está motivando seu filho? Que tipo de atitudes ? A ir para qual caminho ? Qualquer um serve ? Se DEUS levasse seu filho gora, neste instante, você o moldou, de tal forma, que DEUS irá acolhê-lo em seu reino? Ou, ainda tem tempo????
 
Você pode, com a ajuda de DEUS, quebrar seu molde, agora, e começar a moldá-lo novamente. Peça à DEUS, e ele a ajudará.
Portanto, jamais devemos desistir de moldar e motivar nossos filhos no amor de DEUS.

 Fonte WEB: ARTEJELB

“Esforça-te, todo o povo da terra, diz o Senhor, e trabalhai; porque eu estou convosco, diz o Senhor dos Exércitos. O meu Espírito habita no meio de vós! Não temais!”

(Ageu 2:4,5)

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